terça-feira, 12 de janeiro de 2016

CHEVROLET OPALA

Chevrolet Opala foi um modelo de automóvel fabricado pela General Motors do Brasil. Foi o primeiro automóvel de passeio fabricado pela montadora no país, tendo sido produzido de 1968 a 1992. O Opala foi apresentado ao público brasileiro no Salão do Automóvel de 1968. A carroceria do modelo da General Motors foi inspirada no alemão Opel Rekord, mas com estilo e potência parecidas com a do americano Impala. Não demorou para o carro cair na graça dos brasileiros e se consagrar como um dos principais clássicos no país.
Fabricado até 1992, o modelo esteve nas garagens de grandes executivos , além de se tornar viatura e até ambulância com a versão perua, a Caravan. Passado mais de duas décadas desde o término de sua produção, o modelo ainda arranca suspiro de colecionadores e admiradores)
Chevrolet Opala
Chevrolet Opala
Visão Geral
Produção1968 — 1992
FabricanteChevrolet, grupo General Motors
Modelo
ClasseMuscle car
CarroceriaCoupé (2 portas)
Sedã (4 portas)
Station Wagon (2 portas)
Ficha técnica
MotorQuatro cilindros
2.5L (153 pol3)
2.5L (151 pol3)
2.5L "151-S" ( Diferencia do 151 pelo coletor de alumínio e pelo carburador duplo Weber 446 (151 pol3)
Seis Cilindros
3.8L (230 pol3)
4.1L (250 pol3)
4.1L "250-S" (250 pol3)
Transmissão4 cilindros
3 velocidades, manual
4 velocidades, manual
5 velocidades, manual
3 velocidades, automática
6 cilindros
3 velocidades, manual
4 velocidades, manual
5 velocidades, manual (opcional)
4 velocidades, automática e também 3 velocidades,automática.
LayoutFR
Modelos relacionadosOpel Commodore
Opel Rekord
Chevrolet Impala
Chevrolet Nova
Ford Maverick
Dimensões
Comprimento4.575 mm — 4.847 mm
Peso1.116kg — 1.376kg

  • Seu projeto (chamado de 676)[2] demorou cerca de dois anos, sendo apresentado na abertura do VI Salão do Automóvel de São Paulo, num sábado, dia 23 de novembro de 1968, já como linha 1969. A fórmula do Opala combinava a carroceria alemã do Opel Rekord C/Opel Commodore A, fabricado de 1966 a 1971, à mecânica norte-americana do Chevrolet Impala.[3]

Opala DeLuxe sedan, 1978.

Ao longo de seus 23 anos e cinco meses de produção contínua, passou por aprimoramentos mecânicos e modificações estéticas, sendo fabricado na cidade paulista de São Caetano do Sul, localizada na Região Metropolitana de São Paulo, até ao dia 16 de abril de 1992, uma quinta-feira.
Durante o período em que esteve em produção, foram oferecidas paralelamente duas opções de motores ao Opala: 4 ou 6 cilindros, tanto para as versões básicas, quanto luxuosas ou esportivas. Todos os motores usados no Opala foram derivados de motores da Chevrolet norte-americana.
Essa mistura, onde combinava-se um motor americano a uma carroceria alemã, curiosamente resultou na peculiaridade de conviverem no mesmo projeto componentes com especificações técnicas baseadas no sistema de medidas inglês, nos componentes do motor e transmissão, e no sistema métrico usado na Alemanha e no Brasil nas demais partes do veículo.
Dentre as qualidades do Opala, é a direção e suspensão macias, sobretudo após as mudanças feitas nos modelos pós 1980, aliado a isto, o conforto interno, o que resulta num bom conjunto mecânico.Apesar do tamanho, é um veículo fácil de conduzir na cidade, e baixa manutenção. Na época do seu lançamento, o carro foi criticado por seu acabamento inferior em relação ao seus "irmãos" americanos, o que foi resolvido anos depois pela filial brasileira.[4]
O carro foi por um longo período e ainda continua sendo objeto de desejo de muitos brasileiros, por ser um carro confiável, potente, com torque, confortável e luxuoso. A fama do Opala o levou para aparições em diversos setores da cultura brasileira, como filmes, novelas, séries, livros, etc…
Foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1972.

Opala SS

  • O Opala SS foi lançado em 1971 para disputar o mercado de carros esportivos, e vinha com acabamento esportivo: volante de 3 raios, bancos individuais, câmbio de 4 marchas no assoalho, rodas esportivas, e pintura especial com faixas esportivas; em alguns anos também com capô e painel traseiro na cor preta. O painel vinha com marcador de RPM com escala de 0 a 6000 rpm, com a faixa amarela sinalizando atenção de 4500 rpm a 5000 rpm e marcação em vermelho até o final em 6000 rpm — nos motores 250/S, o conta-giros marcava até 7000 rpm.

A versão SS foi oferecida com 4 portas somente em 1971. Em 1974 ganhou a opção do motor 2.5 (151) de quatro cilindros, que durou até 1980.
Em 1976 estreava o motor 250/S com tuchos mecânicos (apenas nesse ano), e taxa de compressão elevada em 0,7 ponto, o que levou a revista Quatro Rodas a elegê-lo o carro mais veloz do Brasil, com 190,47 km/h, superando o Dodge Charger da Chrysler e o Maverick da Ford.

Caravan 

  • Em 1975, a linha Opala (que recebia uma reestilização mais abrangente) ganhava a versão perua, a Caravan. Desenvolvida a partir da carroceria da Opel Rekord C Caravan, trazia grande espaço para bagagem, com as mesmas opções de motores que equiparam as versões sedã e cupê, inclusive a versão Caravan SS, onde havia a opção dos motores 250-S e 151-S.

Diplomata

  • Para o ano de 1980, o Opala passou por uma mudança de estilo para se adequar à moda das formas retangulares dos carros daquela época. A frente e a traseira tinham faróis e lanternas retangulares, embora a parte central da carroceria fosse mantida igual.

Neste ano também surgiria a versão topo-de-linha Diplomata, onde um pacote de itens de luxo equiparia a toda a família Opala Diplomata e Comodoro. Na mesma década de 80, o Opala passou a contar com suspensão mais eficiente e freios dianteiros a disco duplo, melhores que os antigos sólidos; com a nova suspensão, o Opala ganhava em estabilidade e segurança: antes indeciso em curvas oscilantes e arrancadas fortes, passou a transmitir mais confiança ao piloto. Em 1981 mudava por dentro, ganhando um novo painel de instrumentos.
A partir de 1985, recebia vidros elétricos, antena elétrica, retrovisores elétricos, porta malas com acionamento elétrico, travas elétricas, desembaçador do vidro traseiro, aquecedor interno, volante com regulagem de altura, pára-choques de ponteiras plásticas, dentre outros recursos que o mantinham no topo da linha da GM brasileira.[6] Já no modelo 1988 apareciam novas modificações na frente, traseira e interior. Toda linha trazia faróis trapezoidais, lanternas traseiras tomando toda a largura do veículo, embora a seção central, onde antes ficava a placa de licença, viesse em preto nas versões inferiores.
As versões eram renomeadas Opala ou Caravan SLComodoro SL/E e Diplomata SE. Havia ainda o Opala L, restrito a frota de pessoas jurídicas e governamentais. No interior as novidades de sempre, novos volantes e grafismos nos instrumentos, agora com iluminação indireta, e alguns recursos então raros para o mercado nacional: ajuste de altura da coluna de direção de sete posições, ar condicionado com saída para os passageiros no banco traseiro, alarme sonoro para faróis ligados e temporizadores de faróis, da luz interna e dos controles de vidros. A partir daí, seguiram vários retoques em detalhes estéticos e aprimoramentos mecânicos, elétricos e de conforto até o fim da sua produção.
 
1990 Chevrolet Opala 4.1 Diplomata SE


  • Para o segundo semestre de 1990, o Diplomata SE deixou de contar com a motorização 4 cilindros, ao passo que o velho 4.100 ganhou aprimoramentos visando economia. Na potência declarada, contudo, houve um acréscimo de 3 cv, tanto nas versões a álcool, quanto a gasolina. Os exemplares dessa safra, com motor "biela-longa" e demais aprimoramentos, no entanto, sem os pára-choques envolventes, diferenciavam-se dos demais pela ausência de frisos no entorno da lanterna traseira.

Collectors

O último exemplar do Opala foi fabricado no dia 16 de abril de 1992, quando foi produzido o Opala de número 1 milhão. A ocasião de seu encerramento mobilizou vários entusiastas e fãs do automóvel a sair em carreata nos arredores da fábrica em São Caetano do Sul, em protesto a retirada do modelo de linha.
Uma série limitada especial do encerramento da produção do Opala foi batizada Diplomata Collectors. Foram fabricados em apenas 3 cores: azul Millospreto Memphis e vermelho Ciprius, equipadas com câmbio automático, eram acompanhados de chaveiro com inscrições douradas, traziam um VHS sobre a história do Opala e um certificado assinado pelo presidente da GM do Brasil, tudo dentro de uma pasta de couro. Mesmo nessa versão, a forração em couro preto era opcional.
Vale ressaltar que essa série teve 100 exemplares sem numeração especial nos chassis e frequentemente muitas pessoas pensam (erroneamente) que foram os últimos 100 exemplares fabricados, mas limitaram-se apenas a estar entre os últimos fabricados. A sérieCollectors não tem numeração de chassis sequencial, significando que entre a fabricação de um veículo e outro, foram fabricados exemplares de outras versões. Porém, todos os exemplares tem numeração de chassis compreendida entre 107.837 e 108.055- destes, todos Diplomatas são Collectors.
O último Opala o que aparece no vídeo (CTH-1992 chassi 107904) foi montado antes da serie collectors. Por reprovação do controle de qualidade, entre os defeitos mencionaram que o chassi está gravado de cabeça pra baixo nos vidros... Portanto ficou na fabrica abandonado. Saiu da fábrica em 98, 99 esquecido pela GM, além disso o carro foi canibalizado/depenado, onde aos poucos serviu para ceder peças aos clientes em curto prazo ou venderam o interior entre outras peças... Na remontagem/restauração colocaram bancos do 91 onde aparece com os encostos de cabeça maciços. Os emblemas traseiros foram colocados de forma errada e na parte de cima do vinco da tampa do porta-malas, como os modelos 90 para trás. O carro foi emplacado em 98/99 quando finalmente saiu da fábrica um modelo Diplomata cor Preto Memphis, o mesmo foi emplacado e cedido pela Chevrolet para o acervo de exposição do Museu da Tecnologia da ULBRA em CanoasRio Grande do Sul. Atualmente, este exemplar pertence a um ex-funcionário da GM e está em São Paulo. O último Collectors fabricado que está em circulação atualmente, no Rio de Janeiro, respectivamente, encontrando-se com um membro do fórum Opaleiros do Paraná, fabricado em 16 de abril 1992, possuindo cor vermelho Ciprius conforme várias imagens durante o vídeo de despedida de chassi final 108.055. O último exemplar fabricado da Caravan (também em 16 de abril de 1992) foi um modelo SL ambulância que hoje está descaracterizada, não sendo mais ambulância.
A partir daí, o Opala teve como sucessor o Chevrolet Omega (fabricado no Brasil de 1992 a 1998) e depois importado da Austrália até 2012, e a Caravan teve como sucessora a Chevrolet Omega Suprema (fabricada no Brasil de 1993 a 1996), O Omega foi um grande sucesso e um carro inovador pra época, mas vendeu bem menos que o Opala, principalmente devido a concorrência, enquanto o Opala era o único sedã grande do Brasil com poucos concorrentes de categorias abaixo, o Omega teve um grande número de concorrentes nacionais de categorias abaixo e dessa vez muitos importados no mercado, uma vez que o Opala não tinha concorrência dos importados, pois durante mais de 20 anos era proibido importações de carros no país, a abertura só ocorreu em 1990 quando Fernando Collor de Melo chegou a presidência.


Motorizações

  • Quatro cilindros

    Aos primeiros anos do Opala, o motor quatro cilindros de 2509 cm³ (153 pol³) basicamente era uma versão 4 cilindros do StoveboltAmericano. Originalmente desenvolvido para equipar a linha básica do Chevrolet Nova de 1961.
    Em 1974, com o objetivo de conferir maior suavidade ao Opala, o motor 4 cilindros recebeu alguns aperfeiçoamentos, a saber: aumento do diâmetro dos cilindros, com pistões mais leves, bielas mais longas, virabrequim com menor curso, e volante com maior massa. Com isso, a cilindrada foi ligeiramente reduzida para 2474 cm³ (151 pol³),tendo menor giro.
    Este motor ainda passou por mais alguns refinamentos, caracterizando-o como 151-S, com novo coletor de admissão de alumíniocarburadorde corpo duplo. Essas alterações visaram tornar o motor mais eficiente na opção SS.
    Também foi oferecida a opção do álcool como combustível, um biocombustível de menor poder calórico, mas que produz mais potência que agasolina por aceitar uma taxa de compressão mais elevada, além de ser menos poluente. Com isso, os Opalas 4 cilindros a álcool obtiveram acelerações mais rápidas e velocidade final superiores aos modelos a gasolina.
    Para manter uma distinção entre as séries de motores, a GM tinha por costume aplicar uma pintura de diferentes cores aos motores em determinadas épocas, como o verde, que indicava que o motor era o 151S com carburação Weber 446 com corpo duplo, o azul, que indicava o motor 151 com carburador Solex H40 de corpo simples, e o amarelo, que indicava o motor a álcool com carburador Solex H34 de duplo estágio.
    MotorDescriçãoPotência líquidaTorqueFabricaçãoCombustívelCarburador
    1534 cilindros 2.5L80 cv a 3800 RPM18 kgfm a 2600 RPM1968-73Gasolina228
    1514 cilindros 2.5L82 cv-1974–77GasolinaSolex H40
    151-S4 cilindros 2.5L98 cv a 4800 RPM19,8 kgfm a 2800 RPM1971–80GasolinaWeber 446
    1514 cilindros 2.5L88 cv-1985–88GasolinaSolex H34
    1514 cilindros 2.5L90 cv-1988–90Gasolina3E
    1514 cilindros 2.5L92 cv-1991–92Gasolina3E
    1514 cilindros 2.5L103 cv-1980–84EtanolSolex H34
    1514 cilindros 2.5L112 cv-1985–92EtanolSolex H34
  • Seis cilindros

    O motor de seis cilindros de 3.8L (230 pol³) utilizado no Opala deriva da 3a geração do veterano Stovebolt. Tinha por características um bloco leve, e sete mancais no eixo virabrequim. Originalmente destinava-se a alguns modelos da GM Americana, dentre eles: Chevrolet Nova, Impala, Chevelle, Camaro, e alguns utilitários leves.
    No Brasil, este motor seguiu passando por várias atualizações e,inclusive após o encerramento da produção do Opala.
    Logo em 1970, adotou virabrequim de maior curso, elevando seu deslocamento para 4.1L (250 pol³). Posteriormente, ao longo do tempo, recebeu pistões mais leves e bielas mais longas.
    Chevrolet desenvolveu em 1974, o motor 250-S, onde uma leve preparação era conferida ao motor 4100, como tuchos mecânicos, carburador duplo, comando de válvulas com maior duração de abertura, e também taxa de compressão mais elevada. Porem perderia em potência pro maverick quadrijet,que veio após a versão GT.
    Oferecido opcionalmente, este 250-S mais agressivo foi homologado para a antiga Divisão 1 da CBA, com taxa de compressão 9,2:1. Havia versões mais comuns do 250 com taxa de compressão de 7,8:1 e 8,5:1, mas todos poderiam ser vendidas normalmente ao público em concessionárias GM, sua principal desvantagem era o câmbio de transmissão que vinha de fabrica com apenas 4 velocidades tanto na versão manual quanto automático.
    Este motor e suas variantes, equiparam também o Chevrolet Omega, os utilitários Chevrolet BonanzaChevrolet Veraneio, as pick-ups Chevrolet A20Chevrolet C20 e Chevrolet Silverado, e alguns utilitários pesados, como o caminhão A60 (canavieiro), neste último com capacidade cúbica elevada para 4.8L/292pol3.
    MotorDescriçãoPotência líquidaTorqueFabricaçãoCombustívelCarburador
    230 - 3.86 cilindros 3.8L125 cv a 4000 RPM26,2 a 2400 RPM1968–71Gasolina-
    250 - 4.16 cilindros 4.1L130 cv a 4000 RPM29 kgfm a 2400 RPM1971–75Gasolina-
    250-S - 4.16 cilindros 4.1L150 cv-1976–80Gasolina-
    250 - 4.16 cilindros 4.1L132 cv-1980–84Gasolina-
    250 - 4.16 cilindros 4.1L132 cv a 4000 RPM30,1 kgfm a 2000 RPM1985–90EtanolSolex H34
    250 - 4.16 cilindros 4.1L132 cv a 4000 RPM-1985–89GasolinaDFV 446
    250 - 4.16 cilindros 4.1L121 cv a 3800 RPM29,0 kgfm a 2000 RPM1991–92GasolinaSolex 3E
    250 - 4.16 cilindros 4.1L141 cv32, 8 kgfm a 2500 RPM1991–92EtanolSolex 3E

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

CHEVROLET CHEVETTE

Chevrolet Chevette é um carro da General Motors que foi lançado no Brasil em 1973 como um sedan de duas portas (fabricado até1993) e mais tarde de quatro portas, que era uma versão feita principalmente para exportação, da qual poucos exemplares foram vendidos no mercado interno nos anos de 1978 a 1989. O Chevette também teve versões hatchback (de 1980 a 1988) e station wagon, esta chamada de Marajó (de 1980 a 1989), ambas com duas portas. Também teve uma picape, a Chevy 500 (de 1983 a 1995). Foi equipado com motores de 1,0 litro (só o Júnior), 1,4 e 1,6 (carburação simples) e 1,6/S (carburação dupla, em 1988, um ano após sua última reestilização), a gasolina e a álcool, alem do Isuzu 1.8 a diesel, nos EUA.
Em 1976 chega a requintada versão SL, e os piscas traseiros do Chevette passam a ser vermelhos (curiosamente eram amarelos de1973 a 1975, e só na reestilização de 1983 os piscas traseiros voltariam a ser amarelos novamente). O Chevette passou por sua primeira reestilização dianteira em 1978, herdando o desenho frontal já existente no Chevette americano, e a traseira permanecia exatamente a mesma, ganhando apenas uma moldura "bi-partida" em suas pequenas lanternas. Em 1980 finalmente ganhou novas lanternas traseiras (ainda horizontais, mas bem maiores e que avançavam pelas laterais da carroceria) e novos pára-choques (um pouco mais largos). Em 1981 a única mudança estética foi feita nos faróis que passavam a ser quadrados no lugar dos redondos. Em 1983 o Chevette passa pela maior reestilização de sua história, ganhando nova dianteira, nova traseira, quebra-ventos (exceto na versão quatro portas, vale a pena ressaltar), entre outros detalhes. E em 1987 o Chevette passa pela sua última reestilização, ganhando nova grade, novos pára-choques de plástico, saia dianteira com novos furos (essa foi a única mudança na lataria de 1987), lanternas traseiras levemente redesenhadas, retrovisores mais modernos, maçanetas pretas e novo quadro de instrumentos com mostradores quadrados e relógio digital (esse quadro de instrumentos era exclusivo da versão SE, depois SL/E, e depois DL).
Eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1974 e de 1981, o Chevette teve seu apogeu em vendas a partir de 1986 até 1991, quando neste ano, seus concorrentes diretos saíram de linha em outras montadoras. A Volkswagen parou de produzir o Fusca, a Fiattirou de linha o 147 e a Ford deixou de produzir o Corcel. Sem concorrentes neste segmento, o Chevette se tornou o carro mais barato do Brasil durante esse período. A última unidade do Chevette no Brasil saiu da fábrica em 12 de novembro de 1993, já como modelo1994 (em 1993 a versão fabricada era o Chevette L, que era uma modelo 1,6/S com acabamento similar ao do extinto Chevette Júnior). Entretanto, é comum encontrá-los rodando pelas ruas, uma vez que foi um modelo que alcançou um expressivo número de vendas (cerca de 1,6 milhões de unidades) e demonstrou ser bastante robusto, arrebatando uma legião de fãs. O Corsa de segunda geração tornou-se seu sucessor no Brasil, repetindo o mesmo sucesso.
Vale notar que o Chevette introduzido no Brasil é essencialmente o Opel Kadett C geração "C", vendido na Europa. Conta-se que a GM não lançou o carro com esse nome no Brasil temendo algum tipo de problema ou associação com o governo militar então vigente no país. Anos depois, em 1989, o Chevette viria a coexistir com o Kadett "E" (lançado na Europa em 1984) no Brasil.


Motores, Modelos e Transmissão

Motores 1.0L (1991-1992) – (Junior)
  • Potência: 50 cv a 6000 rpm
  • Torque: 7,2 kgfm a 3500 rpm
  • Velocidade Máxima: 131,3 km/h
  • Aceleração: 21,58 s
1.4L (1973-1976) – (SL)
  • Potência: 69 cv a 5800 rpm
  • Torque: 9,8 kgfm a 3600 rpm
  • Velocidade Máxima: 140,62 km/h
  • Aceleração: 19,1 s
1.4L (1976-1980) – (SL/GP/GP II)
  • Potência: 72 cv a 5800 rpm
  • Torque: 10,8 kgfm a 3800 rpm
  • Velocidade Máxima: 150 km/h
  • Aceleração: 17,4 s
1.4L (1976-1980) – (SL)
  • Potência: 69 cv a 5800 rpm
  • Torque: 10,1 kgfm a 3600 rpm
  • Velocidade Máxima: 142,29 km/h
  • Aceleração: 19,52 s
1.4L Álcool (até 1982)
  • Potência: 69 cv a 5800 rpm
  • Torque: 10,1 kgfm a 3600 rpm
  • Velocidade Máxima: 142,29 km/h
  • Aceleração: 19,52 s
1.6L (1981-1982) – (S/R)
  • Potência: 62 cv a 5800 rpm
  • Torque: 11,6 kgfm a 3600 rpm
  • Velocidade Máxima: 180 km/h
  • Aceleração: 16,55 s
1.6L Álcool (1983-1986) – (SL)
  • Potência: 72 cv a 5200 rpm
  • Torque: 11,3 kgfm a 3200 rpm
  • Velocidade Máxima: 180 km/h
  • Aceleração: 15,1 s
1.6/S (1987-1994) – (L/SL/SLE/DL)
  • Potência: 78 cv a 5200 rpm
  • Torque: 12,6 kgfm a 3200 rpm
  • Velocidade Máxima: 180 km/h
  • Aceleração: 14,15 s
1.6/S Álcool (1987-1994) – (L/SL/SLE/DL)
  • Potência: 81 cv a 5200 rpm
  • Torque: 12,9 kgfm a 3200 rpm
  • Velocidade Máxima: 180 km/h
  • Aceleração: 13,8 s
Modelos
  • SL (1973-1990)
  • Luxo (1974 - 1977)
  • Especial (1974-1977)
  • SE (1987)
  • SL/E (1988-1990)
  • DL (1988-1993)
  • Junior (1992)
  • L (1993)
Edições especiais
  • GP (1976)
  • Pais Tropical (1976)
  • GPII (1977-1979)
  • Jeans (1979)
  • Ouro Preto (1981)
  • S/R (1981-1982)
Transmissão
  • Izusu-4. (4 Marchas) (1973-1984)
  • 5 Marchas (1985-1993)
  • Automático Izusu (1985-1990)


Pelo mundo

Chevette: Opel Kadett (Europa, exceto Inglaterra), Vauxhall Chevette (Inglaterra e Portugal), Holden Gemini (Austrália), Isuzu Gemini (Japão), Chevrolet Chevette, Pontiac T-1000, Opel Isuzu, Buick Opel e Isuzu I-Mark (EUA), Pontiac Acadian (Canadá), Opel K-180 (Argentina), GMC Chevette (Argentina; 1992 a 1994), Opel Chevette (Alemanha),Chevrolet San Remo (Colômbia, Chile, Equador), Aymesa Cóndor (Equador), Grumett Coupé (Uruguai; versão cupê), Saehan Bird e Daewoo Maepsy-Na (Coréia do Sul), Opel Gemini (Malásia)
Marajó: Opel Kadett Caravan (Europa, exceto Inglaterra), Grumett 250M e Color (Uruguai), Bedford Chevanne (Inglaterra; versão furgão),Opel Chevette Caravan (Europa,exceto Inglaterra e Portugal),Opel 1204 Caravan (Portugal),
Chevy 500: Chevrolet Chevy 500 Chevrolet Cargo (Equador), GMC 500 (outros países da América Latina),Saehan Max e Daewoo Max (Coréia do Sul; carroceria diferente)


Chevette Argentino

  • O Chevette de 1ª Geração, nomeado de Opel K180, forá lançado na Argentina com o motor 1.8L de 86cv, superando o modelo brasileiro mais potente que chegou a 81cv na Versão 1.6/S Álcool. Na verdade, esse motor 1.8L, era a redução do motor 2.5L do Opala, tornando assim, um bloco de maior consumo em relação aos brasileiros 1.4 e 1.6. Este motor, não tinha a ver com o motor utilizado no Chevrolet Monza, apesar de sua potência ser igual.
  • O Chevette de 2ª Geração, chamado GMC CHEVETTE foi produzido no Brasil e exportado para a Argentina na versão de 4 portas.

O último exemplar

  • O última unidade do Chevette brasileiro, foi lançado em 12/11/1993 como modelo 1994, no modelo L, produzido na fábrica de São José dos Campos.
  • O Chevette da história foi exportado ao Equador, batizado como Chevrolet San Remo até o ano de 1996. O ferramental de estamparia, confeccionado na Argentina, chegou ao Brasil para confecção das peças que eram enviadas por CKD à GM do Equador. Após o encerramento da produção do modelo, a GM do Equador enviou ao Brasil a última unidade fabricada naquele país. Esta unidade, saiu da fabricada como CHEVETTE DL 1.6/S Gasolina, na cor vinho e com inúmeras semelhanças ao Chevette Brasileiro, mas suas diferenças eram: Um pequeno aerofólio traseiro, calotas copinho, detalhe plástico na tampa do porta-malas e 4 portas.

Chevrolet Chevette
1978 chevette.JPGChevette modelo 1978.
Pick-Up GMC 500.JPGChevy 500
Visão Geral
Nomes
alternativos
Holden Gemini(Australia)
Opel Kadett C (Holanda)
Pontiac T1000 (EUA)
Vauxhall Chevette (Inglatera)
GMC Chevette(Argentina)Isuzu Gemini(Japão) Opel Chevette (Portugal) Opel 1204 (portugal)
Produção1973 — 1993
FabricanteChevrolet, grupo General Motors
Modelo
CarroceriaSedan de 4 portas (78-89),Hatchback de 4 Portas (80-88),Station Wagon (80-89)Pickup (84-94) Sedan (73-93)
Ficha técnica
Motor4 cilindros em linha: 1.0, 1.4, 1.6, 1.8 Isuzu Diesel (somente nos EUA)
Transmissão4 marchas (até 1984), 5 marchas, automático 3 marchas
Modelos relacionadosChevrolet Marajó
Chevrolet Chevy
Chevrolet Opala
Chevrolet Corsa
ConsumoGasolina: 9 km/l na cidade, 14 km/l na estrada. Álcool: 7 km/l na cidade, e 12 km/l na estrada.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

CHEVROLET MONZA

Chevrolet Monza 2-door facelift.jpg









Lançado em Abril de 1982 inicialmente na versão Hatchback 3 portas (fabricada até 1988) com motor 1.6, logo depois no mesmo ano ganhou opção de motor 1.8 devido as criticas com relação à performance modesta. Em 1983 ganhou as versões Sedan 4 portas e Sedande 2 portas, sendo essa última a mais vendida, embora ela tenha sido retirada de produção em 1995. Teve a versão esportiva (S/R) baseada na carroceria hatchback, produzida até meados de 1988.
Em 1987, a versão Classic, lançada no ano anterior, inaugura o uso do motor 2.0 litros. Em 1989 inaugura-se a era da injeção eletrônica com o modelo 500 EF em homenagem a Emerson Fittipaldi, apesar deste sistema Le-Jetronic da Bosch ser ainda analógico, elevando sua potência para 116 CV.
Em 1991 recebeu uma reestilização externa, mantendo porém basicamente o mesmo painel desde o lançamento até o final da produção ao mesmo tempo que se iniciava a era da injeção eletrônica digital com o sistema multec - 700, com o porém deste contar somente com um eletro-injetor para os 4 cilindros (Monoponto).
Em 1993/1994 foi lançada a versão Hi-Tech, de apenas 500 unidades, que incluía itens como painel digital e freios ABS de série. A produção total foi de 857.810 unidades. O Monza será para sempre lembrado como o carro que marcou uma revolução no segmento de carros médios familiares no Brasil além de ter sido um dos carros mais marcantes no país da década de 1980.
Conviveu pacificamente com o Chevrolet Vectra de primeira geração, desde o lançamento deste em 1993 até Abril de 1996, quando o Vectra de segunda geração no Brasil foi lançado, obrigando a aposentadoria definitiva do Monza em Setembro do mesmo ano.
Nomes e anos de fabricação de outros ´´filhos do projeto J´´:

Curiosidades

  • O Hatch foi lançado com câmbio automático e motorização 1.8 entre 1985-1988.
  • O modelo esportivo S/R com o motor 1.8 tinha 106cv, contra 85cv dos 1.8 convencionais e 99cv do 2.0.
  • O esportivo S/R, era disponível o câmbio automático, somente na versão importada da Venezuela, no ano de 1989. Neste ano vieram importadas para o Brasil, 234 unidades do Monza nas versões SL, Classic e S/R - A maioria com câmbio automático, bancos em couro e ar-condicionado de série. Todos à Gasolina. Das 226 unidades, apenas 26 eram equipadas com injeção eletrônica e câmbio manual de 5 marchas. O Conjunto Motor e Câmbio eram Brasileiros, mas a estamparia era montado e pintado em CKD na Venezuela, assim como todas as partes de acabamentos internos, que a maioria eram em Bancos de Couro. O Rádio Toca-fitas eram da Marca Clarion. Uma peculiaridade dos Monzas Venezuelanos é que não saíam com vidro térmico traseiro. Todos possuíam um jogo de rodas em Liga-Leve com desenho exclusivo e Aro 14 ou com Rodas aro 13 e calotas plásticas.
  • O Monza S/R fabricado no Brasil, era abastecido pelo combustível vegetal, tornando-o um esportivo com um temperamento mais apimentado.
  • O S/R Automático não foi lançado no Brasil.
  • O Classic SE foi lançado na versão saia e blusa (2 cores).
  • Apesar da Volkswagen ter sido pioneira nestas duas tecnologias, a General Motors assim como nos motores flexíveis (Década de 2000), foi a primeira a oferecer injeção eletrônica de série nos seus modelos. Já que eram opinais nos modelos na fabricante alemã.
  • A partir de 1991, a injeção eletrônica monoponto digital era item de série no Monza, enquanto os seus concorrentes exigiam pagamento extra por este equipamento. No Tempra, este equipamento passou a ser de série em 1993. No Santana e no Versailles, já que estes compartilhavam o motor VW AP, este equipamento se tornou de série em 1995, até então estes modelos teve inúmeras injeções diferentes, sendo multiponto e monoponto, além de inúmeros modelos de carburador.
  • Nos concorrentes do Monza e Kadett, fabricados na década de 90, como Santana, Tempra, Versailles, Gol, Escort, Prêmio, Logus, Pointer, Verona e Apollo, a injeção eletrônica era um equipamento opcional e custava cerca de R$2000,00 a mais.
  • Apesar de disponível no modelo Hi-Tech, o painel digital foi disponível anteriormente no Monza Classic SE, lançado entre 1991-1993.
  • Entre 1991 e 1993, a injeção multiponto, a qual alguns consideravam analógica mas que apenas não tinha o conector ALDL, Bosch Le-Jetronic MPFI, utilizada no Kadett GSi, era disponível como item opcional no Monza. Esta rendia 116cv, sendo este o mais potente de todos os Monzas.
  • O Monza foi o primeiro modelo abastecido a álcool a contar com a injeção eletrônica, rendendo 116cv. Isto fazia com que seu desempenho se aproximasse ao de um hatch e não de um sedan médio. Este motor também foi usado em 1996, no Kadett Sport.
  • Chegou a ser cogitado, que o modelo sairia de linha em 1993, já que havia chegado o Vectra de 1ª geração, como o novo modelo não fez sucesso algum, o Monza ficou em linha por mais 3 anos.
  • Apesar do seu concorrente da VW, o Santana ter sido fabricado por mais tempo, 22 anos ante 14 anos do Monza, o modelo da GM vendeu cerca de 200.000 unidades a mais que o carro da VW.
  • O Monza nunca possuiu catalizador, equipamento disponível a partir de 1992 e que seu "primo” mais velho, o Chevette teve em suas últimas unidades. Como não houve Monza 1997, nunca foi obrigatório, já que o equipamento passou a ser disponível a partir deste ano.
  • Bastante diferente dos modelos fabricados atualmente, o Monza recebia elogios pelo seu acabamento interior que era oferecido em diversas cores.
  • Foi o primeiro carro no Brasil, a ter um clube online. Isto prova, o quão querido este modelo era.
  • Em 1997, a General Motors ainda dispunha em suas concessionárias de Monzas 0 km. É possível achar o modelo 1997, em paises como Argentina, Uruguai e Chile.



Em linha
  • L (1982-1984) - Disponível apenas para o MONZA HATCH 1.6.
  • SL (1984-1993) - Motorização 1.8 e 1.8 EFI. O acabamento era simples, se achar algum destes com Travas e Vidros Elétricos, comemore.
  • SL/E (1984-1993) - Versão intermediária, fabricada até 1993. Tinha um requinte maior. O estofamento tinha várias opções de escolha, sendo elas vinho, dourado, azul acinzentado, listrado preto e branco. O painel era diferenciado da versão básica.
  • S/R (1986-1989) - Versão esportiva, com motorização 1.8 e 2.0. Ambas tinham a relação de câmbio mais curta, o carro ganhava 10s nas retomadas, em relação à versão SL/E. Era equipado com Bancos Recaro, o Painel tinha fundo vermelho e era disponível nas cores Vermelho, Preto, Branco e Prata. Em certos modelos, era disponível o teto solar, mas algo muito raro, já que não era um equipamento que equipava MONZA ou GOL. Em 1988, ganhou as lanternas traseiras do Monza Classic S.
  • CLASSIC (1986-1987). Era disponível com motorização 1.8 e 2.0. Trazia ar condicionado de série. Tinha a opção saia e blusa, disponível nas cores (Dourado & Cinza).
  • CLASSIC SE (1988-1994) – Modelo mais luxuoso do Chevrolet Monza. Trazia de série na geração antiga: Ar Condicionado, Retrovisores, Vidros, Travas, Porta Malas Elétricos, Regulagem de altura do banco e do volante. Todos eram 4 portas e a lanterna traseira era diferenciada. Na versão antiga, as cores diferenciadas eram (Azul & Cinza, Verde & Cinza, Cinza & Preto). Quando o Monza foi remodelado, a versão Classic permaneceu quase até o seu fim, foi tirada, com o lançamento do Vectra. O automóvel contava com painel digital, algo muito à frente de seus concorrentes e dispunha de motorização MPFI.
Um lote de 226 veículos Monza foram importados da Venezuela em 1989, somente nas séries SL, Classic SE e S/R, todos com motorização 2.0, porém dos 226, apenas 26 era equipados com injeção eletrônica multi-ponto Bosch. Dos restantes, apenas 20 eram com câmbio manual, todo o lote possuíam ar-condicionado de série, e boa parte com revestimento em couro, denominados alguns como "exclusive".
  • GL (1994-1996) - Substituiu a versão SL em 1994, porém pouco mais equipado que a versão anterior. Dispunha de Direção Hidraúlica, Travas e Vidros Elétricos de série. Disponível nas motorizações 1.8 e 2.0 (EFI). As rodas eram aro 13’, tendo duas opções de escolha. O painel era diferenciado da versão básica. As últimas unidades do Monza foram lançadas nesta versão e foi compartilhado com esse modelo os bancos do Corsa 1996, com um acabamento inferior ao do Monza GL 1994 e 1995, o volante do Vectra e o painel com conta-giros do Kadett GLS.
  • GLS (1994-1996) – A versão era como a SL/E, porém trazia faróis de neblina, pára-choques da cor do carro, lanternas traseiras fume, rodas de liga leve (Em 1996, a mesma do Kadett GSi) dando um requinte maior ao acabamento externo. O volante até 1995, era o de quatro raios, sendo substituído pelo volante do Vectra em 1996.
Séries especiais:
  • Clodovil (1984) – Concessionária Itororó, motorização 1.6 e 1.8. Equipado com bancos de couro.
  • Conversível (1984-1986) – (Envemo, Sulam ou Souza Ramos)
  • 500 E.F. 2.0i (1990) – Idem ao Classic SE, com injeção eletrônica e apelo esportivo, faz alusão as 500 milhas de Indianápolis, conquistadas pelo piloto brasileiro Emerson Fittipaldi. Trazia computador de bordo de série e teve apenas 5.000 unidades produzidas.
  • Barcelona (1992) – Idem ao SL, com novos equipamentos, faz alusão aos Jogos Olímpicos de Barcelona. Cor: Prata.
  • 650 (1992) – Idem ao SL, com alguns equipamentos do SL/E, alusão as 650.000 unidades do Monza. Disponível nas cores Prata e Vinho.
  • Class (1993) – Idem ao SL, com equipamentos do SL/E, disponível na cor Cinza.
  • Hi-Tech (1993-1994) – Idem ao Classic SE, com freios ABS e injeção eletrônica EFi.
  • Club (1994) – Idem ao GL, com alguns equipamentos do GLS, nas cores Vermelha e Azul, faz alusão a Copa do Mundo de 1994

    Motorização e Desempenho[editar | editar código-fonte]

    1.6 (Hatch/Sedan) (1982-1983)
    • Potência: 75 CV a 5.600 rpm (gasolina) e 72 CV a 5.200 rpm (álcool)
    • Torque: 12,4 kgfm a 3.000 rpm (álcool) 12,6 kgfm a 2.600 rpm (álcool)
    • Velocidade Máxima: 148 km/h (gasolina) e151 km/h (álcool)
    • Aceleração: 17s (gasolina) e 16,44 s (álcool)
    1.8 (Hatch/SL) – (1983-1986)
    • Potência: 86cv a 5.400 rpm (gasolina) e 87cv a 5200 rpm (álcool)
    • Torque: 14,5 kgfm a 3.100 rpm (gasolina) e 15,2 kgfm a 3.100 rpm (álcool)
    • Velocidade Máxima: 159 km/h (gasolina) e 160,7 km/h (álcool)
    • Aceleração: 14,08s (gasolina) e 13,1s (álcool)
    1.8 (SL/SLE/Classic) – (1987-1990)
    • Potência: 95cv a 5.800 rpm (gasolina) e 96cv a 5.600 rpm (álcool)
    • Torque: 14,3 Kgfm a 3.000 rpm (gasolina) e 15,1 Kgfm a 3.000 rpm (álcool).
    • Velocidade Máxima: 165,3 km/h (gasolina) e 162,6 km/h (álcool)
    • Aceleração: 12,5s (gasolina) e 12,8s (álcool)
    1.8 (S/R – Álcool) – (1986-1988)
    • Potência: 106cv a 5.600 rpm
    • Torque: 15,6 kgfm a 4.000 rpm
    • Velocidade Máxima: 180 km/h
    • Aceleração: 11s
    1.8 EFi (SL/GL/BARCELONA/CLASS/650) (1991-1996)
    • Potência: 98cv a 5.800 rpm (gasolina) e 99cv a 5.600 rpm (álcool)
    • Torque: 14,6 kgfm a 3.600 rpm (gasolina) e 16,0 kgfm 3.000 rpm (álcool)
    • Velocidade Máxima: 172 km/h (gasolina) e 174 km/h (álcool)
    • Aceleração: 12,5 (gasolina) e 12,1s (álcool).
    2.0 (SL/SLE/CLASSIC/CLASSIC SE) – (1987-1990)
    • Potência: 99cv a 5.600 rpm (gasolina) e 110cv a 5.600 rpm (álcool)
    • Torque: 16,2 kgfm a 3.500 rpm (gasolina) e 17,3 kgfm a 3.000 rpm (álcool)
    • Velocidade Máxima: 165,3 km/h (gasolina) e 168,7 km/h (álcool)
    • Aceleração: 11,98s (gasolina) e 11s (Álcool)
    2.0 (S/R – Álcool) – (1987-1989)
    • Potência: 110cv a 5.600 rpm
    • Torque: 17,3 kgfm a 3.000 rpm.
    • Velocidade Máxima: 178 km/h
    • Aceleração: 11,08s
    2.0 EFi (SL/SLE/BARCELONA/HI-TECH/CLASS/CLUB/CLASSIC SE/GL/GLS) – (1991-1996)
    • Potência: 110cv a 5.600 rpm (gasolina) e 116cv a 5.400 rpm (álcool).
    • Torque: 16,6 kgfm a 3.200 rpm (gasolina) e 18,0 kgfm 3.200 rpm (álcool).
    • Velocidade Máxima: 177,4 (gasolina) e 183,1 Km/h (álcool).
    • Aceleração: 10,8s (gasolina) e 10,2s (álcool).
    2.0 MPFi (500 EF – Gasolina) – (1990)
    • Potência: 116cv a 5.600 rpm
    • Torque: 17,8 mkgf a 3000 rpm
    • Velocidade Máxima: 187 km/h
    • Aceleração: 10,3s
    2.0 MPFi (CLASSIC SE – Gasolina) – (1991)
    • Potência: 116cv a 5 400 rpm
    • Torque: 17,6 mkgf a 3 000 rpm
    • Velocidade Máxima: 171 km/h
    • Aceleração: 10,7s
    2.0 MPFi (CLASSIC SE – Gasolina) – (1992-1993)
    • Potência: 121cv a 5 400 rpm
    • Torque: 17,6 mkgf a 3 000 rpm
    • Velocidade Máxima: 182 km/h
    • Aceleração: 10,7s
    Câmbio: dianteiro, transversal, alavanca de mudanças no assoalho, cinco marchas à frente sincronizadas (manual) ou três marchas à frente (automática). Procedência: manual (lsuzu, Japão), automática (Hidramatic Division, EUA)
    4 Marchas (1982) 5 Marchas (1983-1996) Automático (1985-1995)
    Chevrolet Monza
    Chevrolet Monza 2-door facelift.jpg
    Visão Geral
    Nomes
    alternativos
    Opel Ascona
    Opel 1604
    Produção1982 — 1996
    FabricanteChevrolet, grupo General Motors
    Modelo
    Classemédio
    CarroceriaSedã / hatch-back
    Ficha técnica
    Motor1.6
    1.8
    2.0
    Transmissão4 e 5
    Modelos relacionados
    Volkswagen Santana
    Fiat Tempra
    Ford Versailles
    Ford Del Rey/>Chevrolet Kadett
    Entre-eixos2573
    Consumo8,0km/l (Gasolina) e 6,0km/l (Álcool)